Mostrando postagens com marcador operação contra pedofilia em Maués. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador operação contra pedofilia em Maués. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de outubro de 2011

Gabinete de vereador foi usado para realização de programa

A letra B do mapa, indica a cidade de Maués-AM.
Polícia estima que rede de prostituição infanto-juvenil no interior do Amazonas tenha até 50 menores de idade envolvidas

Wilson Lima, iG Maranhão | 29/09/2011 20:26

Notícia anterior "A teia é muito grande", diz delegado sobre prostituição de jo...
Próxima notícia Gabinete de vereador foi usado para realização de programa

Texto:

Após a prisão de onze pessoas acusadas de integrar uma rede de prostituição infanto-juvenil em Maués, cidade distante 276 quilômetros de Manaus, a Polícia Civil do Amazonas descobriu que o gabinete de um vereador do município foi utilizado para a realização de programas com meninas menores de 18 anos.


Leia também:

Rede de prostituição cobrava mil reais por virgindade de jovem
"A teia é muito grande", diz delegado sobre prostituição

Leia também: Rede de prostituição cobrava mil reais por virgindade de jovem

As informações foram repassadas por uma das adolescentes. Ela revelou à polícia que fez um programa com um assessor parlamentar do município. O nome do assessor e do vereador para quem ele trabalha não foram divulgados pela polícia para não atrapalhar a investigação.

Durante as investigações, a polícia confirmou que pelo menos dois assessores parlamentares eram clientes desta rede de prostituição - um assessor da Câmara e outro da Assembleia Legislativa do Amazonas. Um professor da rede pública também foi citado como cliente desta rede.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Adolescente diz que orgias em Maués ocorreram na sede da Câmara Municipal

Matéria do Jornal A Crítica de Manaus

Dez adolescentes estavam envolvidas na rede de pedofilia desbancada pela polícia no último dia 21. Os presos durante a operação policial começaram a ser ouvidos nesta quarta-feira


Maués, 28 de Setembro de 2011
JONAS SANTOS



Uma das cinco adolescentes integrantes de uma rede de pedofilia desmantelada pela polícia, no último dia 21, em Maués (a 267 quilômetros de Manaus), contou, nesta quarta-feira, em depoimento, que as orgias com menores ocorreram até mesmo dentro das instalações da Câmara Municipal do município. Dez meninas, com idade entre 13 e 16 anos, foram intimadas pelo delegado Mauro Melo a depor no caso. Elas recebiam entre R$ 30 a R$100 para manter relações sexuais com os envolvidos no esquema.

O assessor parlamentar de um vereador cujo nome não foi revelado, Welington Nunes, o Telo, foi preso nesta quarta-feira. Além disso, o assessor de um deputado estadual do Amazonas também foi citado no inquérito policial, segundo o delegado. Mario Melo pedirá agora a prisão temporária de mais 13 pessoas. O processo corre em segredo de Justiça e a polícia não revela o nome dos implicados. Segundo informações, Telo é assessor do vereador Simildon Rocha, o “Simoca”.

OPERAÇÃO CONTRA PEDOFILIA EM MAUÉS - O principal preso, já foi solto

Por Aldemir Bentes*

Apesar do empenho do delegado de polícia de Maués, Mário Melo e sua equipe, o principal preso da Operação contra pedofilia, já está solto, graças a nova Lei sobre prisão em flagrante que entrou em vigor desde julho de 2011.
“A partir de hoje (4/07/2011), pessoas que cometerem crimes leves - punidos com menos de quatro anos de prisão - e que nunca foram condenadas por outro delito só serão presas em último caso. É o que prevê a Lei nº 12.403/2011, que altera 32 artigos do Código de Processo Penal.
Anteriormente, quem se enquadrava nesses casos ou era encaminhado à prisão, caso o juiz entendesse que a pessoa poderia oferecer riscos à sociedade ao longo do andamento do processo, ou era solto.”
A operação deflagrada contra a pedofilia em Maués que teve algumas pessoas presas, esbarrou na nova lei e os presos já começaram a ser soltos. O principal acusado, que foi flagrado em um motel acompanhado de uma menor de 14 anos, já foi solto, pois a justiça concedeu a sua liberdade. Diante desse fato, não resta alternativa a autoridade policial, senão, cumprir a lei e soltar os presos temporários no limite de 05 dias.

SIGA ESTE BLOG