sábado, 11 de setembro de 2010

Aconteceu em BOA VISTA DO RAMOS

Tem muito prefeito que precisa...SEM COMENTÁRIO.
Postado em 10 de setembro de 2010 21:16 1 Comentário


Padre dá surra em prefeito de Boa Vista do Ramos. O padre Marcilio Moutinho “rodou a baiana” hoje, ao dar uma surra em praça pública, no prefeito de Boa Vista do Ramos, Elmir Lima Mota, com uma correia de motor de uma embarcação.

O religioso afirma que foi chamado de gay pelo prefeito. Em meio a discussão, o padre criticou a administração municipal, tendo o prefeito reagido questionando a sexualidade do vigário.

O rififi começou por causa do barco do Programa de Atendimento ao Interior – PAI, que na opinião do padre Marcílio, não estava atendendo as pessoas que aguardavam na fila, em meio ao sol quente da manhã desta sexta-feira.

O padre alega que cobrou do prefeito um tratamento mais digno às pessoas. O prefeito reagiu chamando-o de gay. Irritado, o religioso pegou uma corda emborrachada que estava num barco e deu umas boas lambadas no alcáide.

O caso foi parar na polícia.

BELEXO - Traidor?

Notícia extraída do Blog da Floresta

PR chama prefeito Miguel Belexo de traidor
Política
10-Set-2010

19:39:40 A coordenação de campanha de Alfredo Nascimento emitiu hoje, uma nota para o BLOGdaFLORESTA, revelando pela primeira vez, o que estaria por trás da frustração do voto pró-Omar Aziz, do prefeito de Maués, Miguel Belexo. A nota diz que Belexo, estaria pressionando os funcionários públicos para votarem em Omar Aziz. Citando, pessoalmente, Alfredo Nascimento e Humberto Michiles, o documento diz que Belexo não teria sido eleito, se não tivesse o apoio de ambos os caciques. Belexo é do mesmo partido de Alfredo e Michiles, o PR. "A traição de Belexo é considerada, pelo povo mauesense, uma deslealdade à tradição política da família Michiles. Há mais de 50 anos, os Michiles cultivam uma história de dedicação a Maués, que começou, em 1947, com José Batista Michiles, o Donga, primeiro prefeito do município. O bisavô de Humberto Michiles iniciou a trajetória política da família passada para seu filho Darcy Michiles e, depois, para Beto Michiles, que também, foi prefeito de Maués, cidade onde foi criado e não pode pagar pelas desavenças políticas". A nota oficial da coligação de Alfredo, foi emitida às 11h de hoje, ao BLOGdaFLORESTA. Solicitamos o outro lado da notícia, procurando, diretamente, sua assessoria de imprensa, em Manaus. Ela disse que repassou o teor da nota para o gabinete de Belexo, mas até o presente, não chegou nenhuma resposta do prefeito de Maués. Continuamos aguardando.

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Eleições 2010 - ALTO LÁ QUE O VOTO É MEU

*Por Aldemir Bentes de Maués

Maués-AM. sexta-feira, 10 de setembro de 2010.

O voto virou propriedade de políticos espertalhões. Nesta época, eles fecham contratos com candidatos aos diversos cargos, prometendo conseguir “X” votos. O descaramento é tão grande que a coisa virou “negócio”. Tem ex-candidatos, tem prefeito, têm vereadores, todos em busca de negociar os votos e ganhar dinheiro. E aí? E aí que o voto pertence a cada eleitor. Enquanto eles ganham dinheiro e buscam prestígio, o incauto eleitor mantém esses espertalhões “numa boa”. Eles se articulam, vão a Manaus, conversam e convencem candidatos e mostram estatísticas de eleições passadas, mostram o número de votos que receberam e em cima desses dados, fazem a negociação.

Fechado o negócio, eles estruturam os chamados “comitês”, arranjam “voluntários” que saem em campo a caça de votos. Enquanto várias equipes de voluntários queima a pele debaixo do sol escaldante, respiram poeira; os negociadores ficam nas salas equipadas com ar condicionado e, se saem às ruas, utilizam seus carrões, também, com ar refrigerado.
Para esses espertalhões, o que vale é o dinheiro. Não constam em suas escolhas, o critério da ética, do passado do candidato, nada disso tem valor, eles apoiariam até o diabo, se esse lhe pagasse pelo serviço. Desse processo, resulta na aparição de vários candidatos “ficha suja” que nem deveriam estar candidatos, mas infelizmente, esses espertalhões contribuem para que muitos deles sejam eleitos.
É necessário que o eleitor seja mais criterioso na escolha de seus candidatos. Conheça a história, a atuação, a vida de cada candidato e nunca vote naqueles indicados pelos espertalhões, sem antes proceder com uma minuciosa investigação sobre sua vida e suas pretensões políticas. A maioria desses políticos está em busca de poder, de fama, de status. Passada a eleição, eles somem, não te conhecem mais e quem lucra com tudo isso, é somente o espertalhão que negociou o teu voto eleitor.
Seja esperto, não vote a mando de ninguém. O voto é seu, vote naquele candidato que tenha um passado limpo, que nunca tenha tido problema com a justiça, vote no candidato que no futuro você possa cobrá-lo pelas promessas de campanha. Não venda seu voto, o voto é a sua maior arma que poderá mudar os rumos de nossa história.
Não vote nos candidatos dos espertalhões que você não conhece, mesmo que ele diga que é “gente boa”, assim, o espertalhão não conseguirá os votos “negociados” e sua estratégia de se sair bem, vai por água a baixo.
Afinal, o voto é seu, não do espertalhão.



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Opine, critique, colabore, comente: e-mail: aldemirbentes.maués@hotmail.com
Não jogue este texto na via pública, mantenha limpa a nossa cidade!
*Aldemir Bentes é filho de Maués, Escritor, Formado em Letras pela UEA – Núcleo de Maués – Maués-AM, 10/09/2010 – sexta-feira. 00:26

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

DENÚNCIA: Madeireiros estão DEVASTANDO nossas Florestas.








































Famílias têm suas propriedades INVADIDAS
*Por Aldemir Bentes de Maués

NOTA DO EDITOR: Pedimos desculpas aos nossos leitores por não podermos mostrar todas as fotos dos documentos e do desmatamento, cujas cópias são peças que acompanham o Inquérito Policial e o Processo aberto pela justiça que culminou com o embargo da retirada de madeiras. As fotos da devastação e dos documentos, só são possíveis a visualização na edição impressa que está circulando na cidade de Maués, cujas cópias foram enviadas para diversos órgãos da esfera estadual e federal.

Maués-AM. terça-feira, 07 de setembro de 2010.

O Senhor João Rocha Gomes, agricultor, de 100 anos de idade, completados em 02 de fevereiro de 2010 e seus filhos, também agricultores, José Valdir da Gama Gomes e esposa Rosana Maria Ferreira, Agnaldo da Gama Gomes, José Aderson da Gama Gomes e o vizinho destes, o também agricultor Eliézio Silvestre de Souza, estão denunciando a devastação da região do Rio Camarãozinho, na margem direita do Rio Maués Açu.
Além da devastação promovida por madeireiros, os agricultores denunciam ainda a invasão de suas propriedades, com a retirada de madeiras nobres.

O patriarca Senhor João Rocha Gomes (100 anos) e seus descendentes, seus 100 anos não foram respeitados. Famílias ameaçadas de expulsão

Quem é o Senhor João Rocha Gomes –

O Senhor João é filho de Maués, oriundo do Rio Apocuitaua, Lugar Centenário onde trabalhava com a família Negreiros e que depois migrou para o Rio Camarãozinho, onde adquiriu uma área de terras e ali desenvolveu a agricultura familiar, tirando o sustento de seus filhos dos produtos produzidos em sua propriedade.
Como forma de manter a família unida, seu João fez a partilha do terreno, doando para cada filho, uma gleba de terra.

Como começou o dilema da família Gomes.
Em 20 de dezembro de 2007, o prefeito de Maués, Odivaldo Miguel de Oliveira Paiva, concedeu, através do ITERMAUÉS – Instituto de Terras do Município de Maués, criado através da Lei Municipal nº. 15, de 10/05/81 – Titulo Definitivo ao funcionário Municipal de Maués, Senhor Vicente Augusto Maciel Almeida, uma área de terras na Comunidade São Sebastião, afluente do Rio Maués Açu, conforme Processo Nº. 2796/2007.
As delimitações do terreno (ver cópia do documento) indicam as seguintes características:
Norte: 1.000:00 Metros com o Rio Limãozinho;
Sul: 1.000:00 Metros com terras devolutas;
Leste: 15.000:00 Metros com Vicente Augusto Maciel Almeida (ele próprio) e
Oeste: 15.000:00 Metros com terras de terceiros e do Estado.
Toda essa área titulada ao Secretário Municipal Vicente Maciel, cuja titulação foi concedida pelo Senhor Odivaldo Miguel de Oliveira Paiva, Prefeito de Maués, sobrepôs as áreas dos posseiros, ali estabelecidos há mais de 19 anos, conforme documentos expedidos pelo INCRA. Essas áreas, (ver cópia do mapa da área, expedida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente) abrangeu todos os terrenos da Família Gomes e seu vizinho. Conforme Certidão expedida pelo 44º DP de Maués, os agricultores denunciaram o Senhor Vicente Maciel de estar alterando os limites dos terrenos Novo Progresso, Bom Viver, São João, Santa Rita de Cássia, Santo Antonio, São José, São Raimundo, todos no limite da Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Limãozinho. A representação contra o Senhor Vicente foi feita através do representante da Comunidade, o agricultor José Valdir da Gama Gomes em 24 de abril de 2009.

Quem é Vicente Augusto Maciel Almeida –

É natural de Manaus-AM, onde nasceu em 12 de agosto de 1962, é funcionário da Prefeitura Municipal de Maués, apresenta um programa na Rádio A Crítica FM de Maués e em 2008 trabalhava em outro departamento, sendo nomeado a partir de 2009, Secretário Municipal de Geração de Emprego e Renda -SERGER-

Abertura de Inquérito –

Em 22 de abril de 2009 – Uma Comissão de Agricultores – representados pelos Senhores Eliézio Silvestre de Souza, José Valdir da Gama Gomes, Agnaldo da Gama Gomes e José Aderson da Gama Gomes, entraram com uma representação junto ao 44º DP de Maués, solicitando a abertura de inquérito policial, pelo motivo de os mesmos, terem sidos notificados de que na semana do dia 20 de abril de 2008, havia um grupo de trabalhadores em suas terras, abrindo “picadas” nos fundos de seus respectivos terrenos, situados no Igarapé do Camarãozinho.

A arrogância de Vicente Maciel

Segundo relatos dos agricultores, contidos na representação, afirmam que procuraram o Senhor Vicente Maciel e este confirmou as informações, afirmando “que não iria paralisar os trabalhos, visto que eles (os requerentes) não tinham documento algum que comprovasse a posse da terra, nem mesmo o cadastro do INCRA, portanto, podiam procurar seus direitos se é que tinham.”

R$ 6.000,00 – É o valor da Legalização das terras – Segundo o representante do INCRA em Maués.

Conforme Termo de Declaração prestado pelos agricultores envolvidos no conflito, na Delegacia Especializada em Crimes Ambientais, na sede do Ministério Público em Maués no dia 05 de abril de 2009 – A senhora Rosana Maria Ferreira, declarou na presença da Delegada Izolda Couto Vale, que ela e o marido, Senhor José Valdir da Gama Gomes que no ano de 2008, procuraram o representante local do INCRA de nome Neto com a finalidade de regularizarem suas terras, e foram informados que a legalização pleiteada por eles, custaria o valor de R$ 6.000,00 (seis mil reais). Segundo os declarantes, comunicaram ao Senhor Neto que não possuíam tal quantia e se poderiam parcelar. O servidor informou que podiam, mas os documentos de legalização do terreno só seriam entregues após a quitação da última parcela. Informaram ainda que não pagaram nenhum valor ao Senhor Neto, mas aproveitaram para denunciar a invasão de suas terras pelo Servidor Público Vicente Maciel, que desde o ano anterior, tentava retirar madeiras nobres de suas terras. Os agricultores ainda foram aliciados pelo Senhor Neto que disse que se eles deixassem o Senhor Vicente Maciel retirar as madeiras que pretendia, ele entregaria o documento das terras, pois segundo ele, o interesse do Senhor Maciel era apenas nas madeiras ali existente.

VICENTE MACIEL VENDEU O TERRENO PARA O SENHOR DE NOME FRANCISCO ANDERSON COELHO MARQUES – Madeireiro de Itacoatiara.

Em depoimento prestado no dia 24 de abril de 2009 a Delegada Izolda de Castro e Couto Valle, o agricultor Eliézio Silvestre de Souza, confirmou as denúncias de invasão de suas terras e de seus vizinhos, acusando o Senhor Vicente Maciel, secretário Municipal de Maués, por haver mandado fazer 32 “picadas” abertas na mata, cuja finalidade era marcar as árvores que seriam retiradas através de manejo florestal. Segundo ainda o Senhor Eliézio, o Secretário Municipal Vicente Maciel, quando fora procurado por moradores da Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, confirmou ser o dono de toda aquela área e que iria lutar pela área do município, podendo até perder a área pertencente ao estado.
Depois, por meio de um recibo de pagamento de um trabalhador que fazia as picadas, o Senhor Eliézio descobriu que o dono da área não era mais o Secretário MUNICIPAL Vicente e sim, o Senhor Francisco Anderson Coelho Marques.

AGRICULTORES PROCURARAM VEREADORES – Nada fizeram.


As picadas que antes eram 32, agora já eram 59, conforme constataram os agricultores e seus vizinhos. Diante do crescimento da demarcação, se reuniram, fizeram um abaixo assinado e endereçaram aos vereadores de Maués com o intuito de anular o título definitivo expedido pelo ITERMAUÉS e assinado pelo Prefeito Odivaldo Miguel de Oliveira Paiva, legalizando área do município para a retirada de madeiras. Diante de freqüentes fracassos e desinteresses das autoridades em resolver o problema, procuraram a delegacia de Maués para formalizar as denúncias e instaurar inquérito policial.

50 HECTARES QUE SE TRANSFORMARAM EM 1.500 HECTARES –

No depoimento prestado pelo Senhor José Valdir da Gama Gomes a delegada Izolda de Castro e Couto Valle, no dia 24 de abril de 2009, na sede da Promotoria, confirmou as denúncias dos seus vizinhos e acrescentou que após descobrirem a existência de 32 picadas na região da Comunidade de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Rio Camarãozinho, soube que o responsável pela demarcação e emplacamento das madeiras, era o Senhor Secretário Municipal, Vicente Maciel. Ao procurar o mesmo e ter solicitado que parasse com a demarcação, este lhe respondeu que “fossem procurar os seus direitos, se é que tinham algum”. O Senhor José Valdir juntamente com o Senhor José Aderson, procuraram o Senhor Manoel Fernando Carneiro Dias e o mesmo lhes disse que tinha vendido apenas 50 hectares de terras localizadas na Comunidade São Sebastião para o Senhor Secretário Municipal Vicente Maciel. Depois, o Senhor José Valdir e sua esposa, procuraram vários órgãos em busca de fazer valer seus direitos de posse da terra, como a Defensoria Pública e o diretor do ITERMAUÉS, Senhor Raimundo de Oliveira Leite Neto o qual lhes disse: “deixa o cara tirar a madeira que depois ele te entrega a terra”. Indignado, o Senhor José Valdir e sua esposa se retiraram da sede do órgão.
Quando ocorreu a audiência na Delegacia de Maués, o Senhor Secretário Municipal Vicente Maciel apresentou o Título Definitivo expedido pelo ITERMAUÉS e assinado pelo Prefeito Odivaldo Miguel, ao Senhor José Valdir que para sua surpresa, verificou e constatou que os 50 hectares haviam se transformados numa área de 1.500 hectares. Diante dos sucessivos fracassos para anular os documentos expedidos ao Senhor Secretário Vicente Maciel, o agricultor procurou ainda o ITEAM, sendo atendido pelo Senhor Sebastião Nunes o qual lhe informou que iria anular o título definitivo que abrange terras do Estado.

Em 12 de agosto de 2010 - Vitória momentânea dos agricultores.
JUSTIÇA DE MAUÉS – Manda cessar as atividades madeireiras na área do Rio Camarãozinho.


A ação movida através do Processo nº. 003053-77.2010 – Ação de Reintegração/Manutenção de Posse, movida pelo Agricultor José Valdir da Gama e outros, contra o Senhor Francisco Anderson Coelho Marques, na 1ª Vara de Maués, teve o seu desfecho a favor dos agricultores, no qual a justiça determinou que o denunciado “cesse imediatamente as atividades de extração de madeira e de quaisquer outros recursos vegetais na localidade denominada Camarãozinho, registrada no cartório do 2º Ofício de Registro de Imóveis de Maués, livro nº. 2/B, matrícula nº. 289, ficha 02 verso, situada a margem direita do rio Limãozinho (fls 11), sob pena de aplicação de multa diária no valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais), nos termos do art. 461 do CPC.” Maués, 12 de agosto de 2010.

COMO FUNCIONA O ESQUEMA

O esquema da retirada de madeira no município de Maués tem o braço forte dos madeireiros e do poder público municipal, o qual deveria preservar as nossas florestas, patrimônio de todos.
Primeiro, é necessário eleger uma pessoa de confiança (dos envolvidos) para fazer parte do esquema. A autoridade municipal, através do ITERMAUÉS, expede a titulação da terra ao determinado “homem de confiança”, não tendo sequer, pois a determinação vem de seus superiores, o cuidado de verificar se naquela determinada área existe moradores com posse de terras expedida pelo INCRA. O prefeito assina o documento, legalizando a titulação da terra. O novo “dono” cuja finalidade é a exploração de madeira, sequer faz uso da terra para outros fins, legaliza oficialmente no Cartório, adquirindo o título definitivo da área. Depois de legalizado, demarcada a área, contrata trabalhadores que fazem o levantamento das madeiras existente no local. Começam as picadas e o emplacamento das árvores. Depois de uma minuciosa avaliação do potencial madeireiro, a área é vendida para madeireiros profissionais que legalizam a retirada através de “manejo” florestal, tudo com documento despachado pelos órgãos oficiais responsáveis pelo meio ambiente em todos os níveis, iniciando de “forma legal” (documentada), uma verdadeira devastação da área demarcada, ultrapassando a área declarada e iniciando a invasão de terras de posseiros que na maioria das vezes, já convivem no local há muitos anos, não se importando se é nascente de rio ou não. Esses madeireiros agem sob a proteção do poder público que faz vistas grossas para o problema. Na extração das madeiras, usam um verdadeiro arsenal de máquinas que operam desde a construção de estradas até o transporte das madeiras nas balsas que levarão as toras para beneficiamento.
Essa prática atenta contra os princípios de moralidade do serviço público. Como é que um prefeito concede título definitivo para um funcionário municipal para que este possa “negociar” estas terras com madeireiros, sem respeitar os posseiros que já vivem no local há anos? Quantas áreas não estão nestas mesmas condições e os moradores sequer, sabem que “legalmente” as terras não são suas? Por que o instituto de terras do município não procede com a verificação “in loco” de quaisquer áreas reivindicadas de domínio do município?
É preciso que a sociedade tome conhecimento dessas práticas autoritárias que agridem a natureza e que nenhum benefício é gerado em favor do município e da população.

Balsa levando madeiras extraídas de nossas florestas passa centenas de vezes em frente da cidade de Maués. A cena se tornou rotineira.

Milhões de metros cúbicos de madeiras já foram retirados de nosso território, sem deixar “um centavo” aos cofres públicos do município.
A quem interessa essas “legalizações de terras”?
Devemos cobrar e acompanhar essas denúncias, provocar o ministério público para que proceda com ação pública visando à anulação dessas terras “legalizadas” e que as mesmas possam retornar aos seus legítimos donos que de fato trabalham a terra, produzindo o sustento de suas famílias e que os responsáveis sejam todos punidos de forma exemplar.
Como pode um município direcionar essas legalizações de terras para uma pessoa que está vinculada a ele e que por força dessa vinculação, não deveria estar sendo beneficiada pela administração da qual faz parte.
É preciso que os órgãos fiscalizadores sejam acionados e que essas denúncias não parem, é necessário desvendar todos os mistérios que envolvem a relação “muito” amistosa entre prefeito, secretário e madeireiros. Maués precisa ser passado a limpo.


Ou VAMOS PERMITIR ESSES DESMANDOS?

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*Aldemir Bentes é filho de Maués, Escritor, Formado em Letras pela UEA – Núcleo de Maués – Maués-AM, 07/09/2010 – terça-feira.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

DESFILES ESCOLARES- Faltou a presença do Prefeito








Enquanto alunos, professores, gestores e pais de alunos não mediram esforços para que seus filhos pudessem desfilar na semana da pátria, o prefeito de Maués, Senhor Odivaldo Miguel, sequer compareceu para prestigiar este grande ato cívico.
As escolas municipais e estaduais, mostraram ao grande público, maturidade e fizeram o melhor para a apresentação de seus alunos, mostrando os mais variados temas, como o meio ambiente, a história do Brasil, as profissões, dentre outros. O som estava de péssima qualidade, e em alguns momentos, o próprio apresentador Franco Costa reclamou ao responsável pela sonorização.


Enquanto a população prestigiava o ato cívico da semana da pátria, os representantes dos poderes Legislativo e Executivo, Senhor Miguel Gonçalves e o Prefeito de Maués, Odivaldo Miguel, sequer compareceram para prestigiarem alunos, gestores e professores pela bela apresentação de suas escolas. A falta dos dois principais chefes da municipalidade local, demonstra o total descaso que ambos têm pela educação do nosso município. Nos dois dias de desfile, 02 e 03 de setembro, somente o Secretário de Educação e a representante local da SEDUC se faziam presentes. É uma falta de respeito e de patriotismo o ato dos dois comandantes.

sábado, 4 de setembro de 2010

SEPULTAMENTO SERÁ AMANHÃ - Veja o horário

18:01 - Segundo a família, o sepultamento de Pacho acontecerá amanhã. O corpo sairá de sua residência, na Rua dos Cuiabanos, às 09:30 e seguirá até a Igreja de São Pedro, onde ocorrerá a missa de corpo presente. Após a missa, acontecerá o sepultamento no cemitério municipal.
Blog do Aldemir, notícia em tempo real.

Corpo de Pacho chega em sua residência

17:35 - Acaba de chegar em sua residência, na Rua dos Cuiabanos, o corpo de Pacho. O féretro chegou acompanhado de uma comitiva de seus amigos e conhecidos que foram até o porto de Maués para recebê-lo. Muita emoção na chegada em sua casa. Amigos, conhecidos, lamentavam a sua morte. O velório acontecerá na própria residência e o sepultamento será amanhã.
Blog do Aldemir - Notícia em tempo real

Corpo de Pacho chega daqui a pouco

16:55 - 04/09/2010 - Está previsto para às 17:30 horas, a chegada do corpo de Pacho em nossa cidade. Notícias de agora à pouco dão conta de que a lancha voadeira partiu de Itacoatiara às 14:00 horas, devendo chegar em Maués por volta das 17:30. Amigos, conhecidos e curiosos não param de chegar na residência da família, onde buscam notícias e levam os seus pesares. O sepultamento acontecerá amanhã, em horário ainda a ser definido.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Aos 42 anos - Morre EVALDO MENEZES DOS SANTOS



Às 15 horas de hoje, 03 de setembro de 2010, morreu em Manaus, o maueense EVALDO MENEZES DOS SANTOS, conhecido em Maués como Pacho. Depois de agonizar por dois meses nos três hospitais onde esteve internado, primeiro Dr. Platão, depois Adriano Jorge e ultimamente João Lúcio, faleceu aos 42 anos de idade, deixando viúva a Senhora Terezinha, duas filhas e dois enteados. Os amigos de Maués, Aderbal Dinelli (seu primo), Irineu Carneiro, Heraldo Santos, Denis Jóia, Tenrreirão, Vandica e muitos outros estão inconsoláveis com a perda do amigo. A casa de Pacho, na Rua dos Cuiabanos, está sendo visitada ininterruptamente por pessoas que o conheciam.
O corpo será transladado para Maués, onde ocorrerá o sepultamento. Alguns amigos e parentes, tendo a frente o amigo Aderbal Dinelli, já estão providenciando o transporte do corpo de Pacho, da cidade de Itacoatiara até Maués, segundo informou sua esposa.
Dependendo da burocracia, amanhã o corpo já estará chegando em Maués onde será sepultado. Os amigos, os conhecidos, estão consternados com a perda de Pacho, o qual era muito conhecido na cidade de Maués.
Que Deus possa recebê-lo no aconchego de Vossa eterna misericórdia. Vai com Deus amigo Pacho e que Ele possa confortar sua família.

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